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Síndrome rara faz com que mulher provoque pequenos ferimentos em sua própria pele

À primeira vista, ela é apenas mais uma jovem saudável, mas ao olhar seu corpo por trás da maquiagem, um terrível distúrbio é revelado.

Síndrome rara faz com que mulher provoque pequenos ferimentos em sua própria pele

 

Sophie Ehrmann gasta mais de duas horas diárias para aplicar cosméticos e maquiagem para esconder cicatrizes e marcas que tem pelo corpo resultado de uma doença chamada dermatilomania – uma condição que faz com que seus portadores “piniquem” a própria pele, provocando ao longo do tempo sérios danos.

Sophie, que também sofre de tricotilomania (transtorno psicológico caracterizado por arrancar os próprios fios de cabelo), manteve sua condição em segredo de amigos e familiares, mas expôs aos 19 anos sua síndrome.

Eu sou uma pessoa muito tensa e para me acalmar eu preciso rasgar minha pele ou puxar meu cabelo”, explica Sophie que acredita que sua condição é culpa do estresse.

Seus pais pensavam que ela estudava no quarto enquanto arrancava pedacinhos de sua pele com a pinça: “Eu gasto muito dinheiro em produtos e meias longas que vão até o joelho. Preciso de mais de 90 minutos para esconder as cicatrizes”, disse.

Ela revelou sua doença ao mundo em um projeto de exposição na Escola de Artes Visuais de Nova York: “Algumas pessoas evitam olhar as fotos porque ficam desconfortáveis ou com nojo, mas isso não me incomoda porque a vida é assim. Algumas pessoas vão amar o que você faz, outros não”.

O que é a dermatilomania?

É um transtorno do controle dos impulsos caracterizado pelo desejo incontrolável de ferir a pele. A condição é muitas vezes classificada como um TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo.

Síndrome rara faz com que mulher provoque pequenos ferimentos em sua própria pele

Geralmente, os portadores começam com o rosto e passam para outras partes do corpo. A condição de Sophie é grave porque ela “cutuca” a pele até feri-la.

Os portadores provocam os danos em busca de alívio de suas tensões e estresse, mas após percebem o que fizeram, ficam com angústia e depressão.

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Via Jornal Ciência

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