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O que as pessoas sentem antes de morrer? Você vai ficar arrepiado!

Você deve ter visto algum tipo de filme de terror. Seja de um teor mais forte- escolha seu título, eu ficarei com "Jogos Mortais", apenas o primeiro- ou daqueles que você olha e pensa: "Ah... Nem tem nada demais..." Contudo, a questão aqui é que quase todo mundo já se perguntou algum dia: O que as pessoas sentem quando morrem

Surpreendentemente, de acordo com o um vídeo criado pela Sociedade Americana de Química (ACS) para o canal Reactions do YouTube, a sensação não é muito diferente daquela aflição que sentimos quando estamos com os olhos grudados na TV ou na tela do cinema – só muito mais intensa.

O que as pessoas sentem antes de morrer? Você vai ficar arrepiado!

Medo visceral

Explicam os estudiosos da ACS que vítimas antes serem atravessadas por facas, machados e serras elétricas, sentem de primeira mão uma intensa sensação de medo, evidentemente, que nada mais é do que uma resposta evolutiva que nos prepara para lutar ou fugir. Ao se deparar diante de uma situação arriscada, o sistema nervoso central reage enviando um sinal até o tálamo que, então, transmite o “recado” às amídalas cerebelosas por meio de um neurotransmissor conhecido como glutamato. Essa substância, por sua vez, é responsável por enviar os sinais de medo até o hipotálamo e a substância cinzenta periaquedutal – que está associada a reações como de ansiedade e dor.

Depois que a substância cinzenta é ativada, nosso corpo entra em um estado de alerta máximo para o caso de precisarmos fugir, enquanto o hipotálamo nos ajuda a decidir se devemos sair correndo ou encarar o perigo. Também é o hipotálamo que desencadeia a produção de adrenalina pelas glândulas adrenais, e sua liberação provoca um aumento da frequência cardíaca e torna os nossos sentidos mais aguçados.

O que as pessoas sentem antes de morrer? Você vai ficar arrepiado!

Vários dos nossos órgãos trabalham com o incentivo da adrenalina. O fígado, por exemplo, libera mais glicose na corrente sanguínea para que possamos ter energia extra para lutar por nossa sobrevivência. Também é liberado cortisol, que ajuda a manter a resposta de fuga ou luta em ação. Porém, apesar de todo esse incentivo do organismo, em alguns momentos acabamos ficando paralisados.

Se toda a mobilização que o corpo nos proporciona não nos tirar do perigo, o mais provável é que a liberação de tudo isso aconteça num grito agonizante. Segundo a ACS, enquanto fala e outras vocalizações associadas com a linguagem e a comunicação são percebidas pelo lobo temporal, os gritos são processados pelas amígdalas que, coincidentemente, fazem parte do centro responsável pelas respostas de medo e dor.

O que as pessoas sentem antes de morrer? Você vai ficar arrepiado!

Se o coração parou de bater, e a vítima não está mais respirando, o cérebro pode continuar trabalhando por mais algum tempo. E estudos recentes apontaram que durante esse período o cérebro pode entrar em um estado de hiperatividade neural que muita gente acredita que poderia explicar as experiências de quase-morte. Só que esse estado de superpercepção dura pouco, pois logo ocorre a morte cerebral e, com ela, logo começa o processo de decomposição.

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