BUSQUE NO SITE

Fechar ▲

Ela vai ter seu parto no mar e com um golfinho como “parteira” – e não é só isso

Dar à luz na água, geralmente em casa, tem se tornado uma prática comum entre as mamães por inúmeros motivos. Mas, parece que algumas mães estão indo mais longe, como a Dorina Rosin, que escolheu o mar como local para seu trabalho de parto epretende ter um golfinho como parteira.

Em entrevista para o  Extraordinary Births, do Channel 4, o casal havaiano Dorina e Maika Suneagle disse desejar que o parto seja assistido e assistenciado pelos golfinhos, e espera que a experiência do trabalho de parto seja bem melhor assim.

Ela vai ter seu parto no mar e com um golfinho como “parteira” – e não é só isso

O casal dirige um retiro de cura no Havaí e oferecem CDs que incluem músicas de golfinhos. Dorina acredita que o bebê possa falar “a língua dos golfinhos” se nascer em meio a eles.

A futura mamãe nada com as parteiras-golfinhos na 38º semana de gestação, como uma maneira de receber uma benção.

Ela vai ter seu parto no mar e com um golfinho como “parteira” – e não é só isso

Ela diz em seu blog que “os animais têm fortes propriedades curativas e que já foi profundamente curada e transformada por eles”. Dorina e seu parceiro afirmam que esta é uma maneira natural e relaxante de dar à luz

Ela vai ter seu parto no mar e com um golfinho como “parteira” – e não é só isso

Embora o casal acredite que esta é a melhor maneira de trazer uma criança ao mundo,especialistas advertem que isso é extremamente perigoso. Eles afirmam quegolfinhos selvagens são imprevisíveis e perigosos perto de uma mulher grávida ou de um recém-nascido.

Ela vai ter seu parto no mar e com um golfinho como “parteira” – e não é só isso

A jornalista científica Christie Wilcox diz que pesquisas já mostraram que os golfinhos batem e matam filhotes de golfinhos e tubarões sem razões aparentes. A hipótese é a de que eles matam seus rivais, especialmente os machos, por instinto ou prazer. Outrasespécies marinhas locais também podem aparecer no local do nascimento, como o Grande Tubarão Branco.

Embora muitos perguntem se é assim mesmo que Dorina quer estar em um dos momentos em que mais estará vulnerável, ela diz que sente uma extrema conexão com os mamíferos e que não pode pensar em outra maneira melhor de realizar seu trabalho de parto.

Sobre:

Via Tudo Interessante

Compartilhar no Facebook