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Depois de optar por ficar paraplégica para poder ter sua filha, esgrimista é uma das maiores chances de medalhas paralímpicas brasileiras

Mônica Santos, atual integrante da seleção brasileira de esgrima, se viu aos 18 anos diante de uma decisão difícil. Ou ela seguia com sua gravidez ou ela perderia os movimentos do pescoço para baixo.

O motivo foi uma doença rara, chamada angioma cavernoso, que pressionava sua medula espinhal. Mesmo sabendo do futuro que teria, ela decidiu seguir com a gravidez sem sombra de dúvidas.

A filha Paola nasceu saudável em novembro de 2002 e Mônica passou por uma cirurgia que retirou o angioma. Não ficou tetraplégica como era esperado, mas perdeu os movimentos da cintura para baixo.

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Adaptada à sua nova rotina, ela seguiu apaixonada por esportes e sem nenhum tipo de arrependimento pelas escolhas que fez. Antes desse episódio que mudou sua vida, ela sempre gostou de futebol e levava uma vida muito ativa. Depois de passar a se locomover com cadeira de rodas, ela fez natação, tênis de mesa, tiro esportivo e basquete. A vida seguiu entre esses esportes e então ela se apaixonou pela esgrima, esporte pela qual ela disputa as Paralimpíadas do Rio.

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Jovane Guissone, também cadeirante, praticava basquete para melhorar seu condicionamento físico e conheceu a esgrima através de Mônica. Com apenas 20 dias de treino, ele ficou em terceiro lugar já em sua primeira competição e em 2012 se tornou medalhista paralímpico.

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Mônica está na seleção brasileira desde 2010 e conquistou sua primeira medalha de ouvro no Regional das Américas no Canadá, em 2015. Atualmente ela espera pelo momento em que irá representar o Brasil nos jogos do Rio de Janeiro. E é claro, a melhor torcida ela já tem: A filha Paola na arquibancada!

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