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Cientistas descobrem causa da Esclerose Lateral Amiotrófica e ficam mais próximos da cura

Lembra do desafio do balde de gelo, que convocou celebridades e anônimos para tomar um banho de água gelada e fazer uma doação em prol da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)? A brincadeira arrecadou mais de US$ 100 milhões para as pesquisas sobre a doença e pode ter feito a diferença na vida de quem sofre com o problema.

Diferentemente de outras enfermidades, a ELA ainda não tem cura, mas pesquisadores daUniversidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, acabam de descobrir a causa do problema. Para chegar a uma conclusão sobre o assunto, eles estudaram casos da doença ligados a mutações na proteína SOD1 e descobriram que essa proteína cria um aglomerado temporário de moléculas altamente tóxico para os neurônios motores, causando a morte dessas células.

É exatamente o que acontece com quem convive com a ELA – os pacientes perdem aos poucos a capacidade de se mover, falar, engolir e até de respirar. Agora, com essa informação, os cientistas acreditam que será possível descobrir um remédio que impeça a formação destes aglomerados em até dois anos. Mesmo assim, os testes da nova droga podem demorar ainda mais cinco anos, mas não deixam de ser uma esperança para quem sofre com a doença.

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